A Fazendo Ouro Verde se localiza às margens do Rio das Velhas, o que facilita a estrutura para irrigação por gotejamento. A região escolhida – Norte de Minas – é a que tem apresentado excelentes desenvolvimentos dos plantios de Mogno Africano.

O clima da região é quente, com alto índice de luminosidade. Essas condições, aliadas a um bom sistema de irrigação, tornam a fazenda ideal para o cultivo de Mogno Africano.

Localizada em uma área de baixa altitude (aproximadamente 500m), a fazenda é plana, o que facilita o plantio e o manejo da cultura de Mogno Africano.

A fazenda é localizada no município de Lassance – MG, a 275km de Belo Horizonte. A proximidade com a BR-496 torna o acesso à propriedade fácil, já que ela fica a apenas 3km da referida estrada. Clique aqui e veja o mapa

A aquisição de mudas clonadas possibilita a escolha de uma planta matriz com boas características de crescimento e adaptação. Além disso, a padronização do plantio facilita o manejo e também o corte e beneficiamento das árvores.

A irrigação por gotejamento, utilizada no empreendimento da Ouro Verde, traz uma série de benefícios ao plantio. Além de garantir um melhor desenvolvimento das árvores, a irrigação combate um dos principais riscos dos empreendimentos agrícolas que é a falta de chuvas. Esse sistema ainda tem a vantagem de reduzir os custos de mão-de-obra pois a aplicação de fertilizantes pode ser feita pela tubulação.

O espaçamento 6×5 alternado, adotado pela Ouro Verde, permite que as árvores fiquem à uma distância de aproximadamente 6 metros uma das outras. Essa distribuição é ideal para o desenvolvimento das plantas além de proporcionar um melhor aproveitamento da área.
O desenvolvimento das árvores é acompanhado diretamente pelos profissionais da Ouro Verde. As consultorias parceiras da empresa auxiliam no manejo da produção, assessorando procedimentos como adubação, irrigação e aplicação de produtos para o controle de pragas.
Os mercados europeu e asiático pagam até 60% a mais por madeiras certificadas pela Forest Stewardship Council – o selo FSC (dados da ITTO, 2012), que atesta a sustentabilidade e viabilidade econômica do plantio. Por esse motivo, no ano do primeiro corte, a Ouro Verde solicitará a certificação da produção, garantindo assim um maior valor agregado na venda do produto.
Serão realizados dois cortes, um no décimo ano do projeto (50% da população de árvores) e outro no décimo quinto ano (restantes). O corte será realizado com a utilização de colheitadeiras (harversters) que proporcionam um menor custo no processo, uma garantia da qualidade das toras e menores riscos de acidentes. O uso da mecanização é viabilizado devido ao porte do plantio e o fato do mesmo estar localizado em uma fazenda plana. O beneficiamento será realizado em serraria que deverá ser instalada na própria propriedade. Desse modo, é possível diminuir custos logísticos, garantir uma maior segurança e qualidade no processo do desdobro das toras.
A localização da fazenda, em uma área central do território brasileiro, próxima a rodovias e portos-secos, contribuirá para diminuição do custo do frete, otimizando assim o empreendimento. A comercialização da madeira serrada levará em conta a cotação do insumo no mercado externo e no mercado nacional. Entretanto, o destino deverá ser o Brasil já que o mercado nacional é o maior consumidor mundial de madeira serrada tropical, (15 milhões de m3 anuais – ITTO 2011), e apresenta preços muito atrativos. O Mogno Africano é utilizado em diferentes mercados – indústria moveleira, acabamentos de construção civil, uso naval, instrumentos musicais – o que facilita as vendas. Vale ressaltar que, como o produto não é perecível, caso o cenário econômico não esteja favorável, o corte poderá ser postergado para um momento mais propício.
O empreendimento já foi 100% implementado. A empresa realiza a manutenção dos plantios, com previsão dos primeiros cortes para 2023 a 2025. A equipe estuda a implementação de novos projetos no setor.
.